Este é o blog do NEBA - Núcleo de Estudos Brasil-África, grupo de pesquisadores que se reune no Centro de Filosofia e Ciências Humanas - CFCH, na Universidade Federal de Pernambuco - UFPE.
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
Tayari Jones nasceu e cresceu na cidade de Atlanta, no estado da Georgia, onde passou a maior parte de sua infância com exceção de um ano em que ela e sua família viveram na Nigéria. Embora já não esteja vivendo em sua região de origem nos EUA por mais de uma década, muitos de seus escritos têm como pano de fundo regiões urbanas do sul norte-americano. “Embora resida agora no nordeste dos EUA”, explica ela, “minha imaginação vive em Atlanta.”
Tayari Jones em palestra no CFCH: 06/10 às 9h no auditório de antropologia 13º andar
Seu primeiro romance, “Leaving Atlanta” (Deixando Atlanta, 2002), se baseia em assassinatos de crianças negras entre 1979 e 1981 na cidade de Atlanta. Tayari Jones estava cursando o ensino fundamental quando trinta crianças afro-americanas foram mortas por vizinhos. “Este romance é minha maneira de documentar um momento particular na história. É uma carta de amor à minha geração e também um esforço de lembrar da minha própria infância. Tem o objetivo de destacar aos meus leitores e a mim mesma, como foi ter onze anos de idade naquele período e viver dependendo da misericórdia do mundo. Apesar de tudo que vivemos, também desejei recordar tudo de belo sobre a infância de uma garota e trazer a memória todos os momentos que faz uma pessoa sorrir e sentir-se otimista.”
“Leaving Atlanta” ganhou o Prêmio Hurston/Wright de Primeira Obra de Ficção. Ganhou o título de “Romance do Ano” pela revista Atlanta Magazine, “Melhor Romance Sulista do Ano” pela publicação Creative Loafing Atlanta. Foi considerado um dos melhores do ano pelos jornais The Atlanta Journal-Constitution e The Washington Post.
“Leaving Atlanta” ganhou o Prêmio Hurston/Wright de Primeira Obra de Ficção. Ganhou o título de “Romance do Ano” pela revista Atlanta Magazine, “Melhor Romance Sulista do Ano” pela publicação Creative Loafing Atlanta. Foi considerado um dos melhores do ano pelos jornais The Atlanta Journal-Constitution e The Washington Post.
domingo, 4 de outubro de 2009
O Diretório Acadêmico do curso de Letras da Universidade Católica de Pernambuco - UNICAP promoverá, entre os dias 6 e 8 de outubro, o II Circuito Literário que, neste ano, tem como tema a Literatura Africana: entre olhares. Nos dias 6 e 8 o evento será realizado no auditório GI da Universidade Católica de Pernambuco, enquanto no dia 7 a programação será realizada nas salas 311 e 410 do bloco B.
No dia 7, será realizada uma oficina em que histórias africanas serão contadas. O encontro contará com a presença de pesquisadores da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e de alunos da pós-graduação em Literaturas africanas de língua portuguesa da FAFIRE compondo uma mesa com a professora e representante do Núcleo de Estudos Brasil-África (NEBA - UFPE/CFCH), Me. Joelma Santos.
quinta-feira, 1 de outubro de 2009

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO CENTRO DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS NÚCLEO DE ESTUDOS BRASIL-ÁFRICA
CONSULADO DOS ESTADOS UNIDOS NO RECIFE
NEBA (NÚCLEO DE ESTUDOS BRASIL-ÁFRICA UFPE)
CONVIDAM PARA A PALESTRA COM A
CONSULADO DOS ESTADOS UNIDOS NO RECIFE
NEBA (NÚCLEO DE ESTUDOS BRASIL-ÁFRICA UFPE)
CONVIDAM PARA A PALESTRA COM A
ESCRITORA TAYARI JONES
PROFª DA UNIVERSIDADE RUTGERS - NEWARK
PROFª DA UNIVERSIDADE RUTGERS - NEWARK
DIA: 06. 10. 2009
HORA: 9:00
LOCAL: AUDITÓRIO DE ANTROPOLOGIA
3º ANDAR DO CFHC/UFPE
HORA: 9:00
LOCAL: AUDITÓRIO DE ANTROPOLOGIA
3º ANDAR DO CFHC/UFPE
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
domingo, 20 de setembro de 2009
O NEBA recomenda:

UFPE e Museu da Abolição promovem exposição de máscaras africanas
A exposição “Máscaras Africanas: Arte, Mitos e Tradições”, oferecida pelos alunos do Curso de Extensão de Modelagem em Argila e pelos professores Suely Cisneiros e Rui Cruz Pacheco, do Departamento de Teoria da Arte da UFPE, estará aberta à visitação de 23 de setembro a 11 de dezembro. A abertura do evento ocorre no próximo dia 22, às 19h, no Museu da Abolição, mesmo local da exposição. O horário de visitação é de segunda a sexta, das 9h às 12h e das 14h às 17h.
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